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Olhar para trás e ver 31 anos dedicados à comunicação estratégica é, ao mesmo tempo, inspirador e desafiador. Quando comecei, relações públicas era sinônimo de contato com jornalistas e envio de releases por fax. Hoje, é um campo muito mais amplo, que exige leitura constante de cenários, domínio de plataformas digitais e, acima de tudo, sensibilidade humana. O mundo mudou — e a nossa profissão também.
As maiores lições? Aprendi que reputação se constrói no detalhe: no cuidado com as palavras, no tempo de resposta, na escolha da pauta certa. Aprendi que relações públicas não é sobre aparecer, mas sobre fazer sentido. E percebi que os melhores resultados não vêm de fórmulas prontas, mas de escuta atenta e estratégias personalizadas. Nada substitui a conexão verdadeira entre marcas e pessoas.
Olhando para o futuro, vejo uma RP ainda mais integrada à inteligência artificial, aos dados e à reputação digital. Mas também vejo a mesma necessidade de sempre: contar boas histórias, com ética, consistência e propósito. Depois de três décadas, sigo acreditando no poder das palavras bem posicionadas. E sigo aprendendo, todos os dias, como fazer isso com inteligência e impacto.
